Mostrar mensagens com a etiqueta Sabrinas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Sabrinas. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Sabrina vs Sandália e Meia Branca #2

O post anterior fez-me acreditar novamente no amor. Foram especificamente os comentários que vocês lá deixaram que me fizeram acreditar que "a tal" pode andar por aí. Passo a explicar: eu não tenho muita paciência para gajas mal dispostas, nem para pãezinhos sem sal. E a verdade é que as senhoras que comentaram o post anterior, revelaram ter a mesma sensibilidade de um pescador das Caxinas, ou do tubo de vaselina que tenho aqui na mesa de cabeceira. Num post em que eu falo de sabrinas e do desaparecimento da Maddie, todas optaram por comentar a parte das sabrinas. Acharam mais importante que eu percebesse quais os benefícios da utilização de um tipo de calçado, do que fazer-me entender que não se brinca com assuntos tão sérios como o de um casal inglês que limpou o sarampo à filha, numas férias no Algarve, só porque ela não queria usar meia branca. E é precisamente isso que vos torna tão especiais, e que me faz acreditar que mais vale ter dez ou quinze 'leitoras comentadeiras' como vocês, do que três autocarros cheios de meninas de coro, que ficam ofendidas quando eu escrevo sobre trânsito intestinal. Vocês são mulheres de barba rija, que estão preparadas para suportar piadas sobre espancamento de focas bebés, ou sobre os benefícios da violência doméstica quando praticada com jeitinho.
Honra seja feita ao único comentário masculino, o do camarada Nunes, que foi a excepção à regra: optou por falar sobre a Maddie. Provavelmente porque ele (ainda) não usa sabrinas. 
E agora o último a meter like na página de Facebook do Blog é um ovo podre.
E não, o tubo de vaselina não é para nada isso.

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Sabrina vs Sandália e Meia Branca

Sabem o que é que me indigna mais ainda do que ter 24 amigos que gostam da página da Mafalda Veiga no Facebook, ou do que ver um cachalote de leggings a subir umas escadas à minha frente? Ver gajas de sabrinas. Eu sei que 85% das pessoas que lêem esta tentativa de Blog são mulheres, e que desse público provavelmente 97% usam sabrinas, mas a seguir a umas Crocs, são a coisa mais desenxabida que uma mulher pode meter nos pés. As sabrinas têm tudo para ser más: são esteticamente feias (aquele laçarote à frente faz-me sempre lembrar os sapatinhos que a Heidi deve usar no meio das montanhas quando vai comprar pão); são pouco higiénicas (com 30º, usar um calçado assim sem meias, deve ser coisa para fazer os pés chegarem ao fim do dia a cheirar a queijo da serra), além de que duvido que sejam confortáveis e seguras (são tão finas, que se pisarem um prego com elas, vão sangrar mais do que uma galinha num arroz de cabidela). 
E agora apetece-me falar sobre a Maddie. "Ah, mas o que é que a Maddie tem a ver com sabrinas?" Nada. Então a rapaziada da Scotland Yard vem para o Algarve fazer "escavações" para ver se encontram a miúda? Durante o Inverno investigam teses de rapto, para não terem de tirar a peida do escritório, mas no Verão arranjam sempre uma tese de merda para vir para o Algarve apanhar sol. Se estão à espera de encontrar um esqueleto de um metro e vinte, de sandália com meia branca, podem tirar o cavalinho da chuva. Continuo a acreditar naquela teoria dos que dizem que a miúda já foi avistada em tanto sítio, que a Scotland Yard devia abandonar a tese de homicídio e apostar na tese de InterRail.
E não. Deixem-se de merdas. As sabrinas não são confortáveis. Mal por mal, antes sandálias com meia branca. À turista britânico. Estamos juntos, Madeleine!