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quinta-feira, 11 de setembro de 2014

11 de Setembro

11 de Setembro. 
Uma data que será sempre lembrada por causa dos atentados. Seja pelos do World Trade Center, seja por ser a data em que o atentado de Seleccionador Nacional que nós tínhamos foi finalmente enviado para a real meretriz que o deu à luz. Não sei se viram o jogo com a Albânia, mas foi uma experiência semelhante a enfardar uma caixa de Prozac enquanto se ouve um CD de Sigur Rós. 
Hoje foi também o dia em que o Oscar Pistorius foi ilibado de acusações relativas ao homicídio da ex-namorada. Sempre que penso neste gajo, lembro-me daquela piada de "a relação deles não ter pernas para andar". Mas também dou sempre comigo a pensar que não gostaria nada de andar a distribuir pizzas na zona de residência do Oscar. Qualquer gajo que toque à campaínha para lhe entregar uma Barbecue, está sujeito a ficar com os dentes chumbados.
É também hoje o dia em que finalmente deve ter passado a ressaca àquelas gajas de Erasmus que andaram a fazer striptease nos jardins da AAC na terça-feira à noite. Estudei quatro anos em Coimbra (3 + 1 de opção), e nunca tive o privilégio de ver por lá umas mamas a badalar. No meio da rua, claro. Em recintos fechados vi para cima de doze. Pares. 
Miúdas que vêm lá da casa do caraças mais velho, apanham-se com calor, packs de 7 finos a 5€, e umas colunas a passarem o "You can leave your hat on" do Joe Cocker, e estavam à espera do quê? Que elas se virassem para Meca e começassem a rezar? Ou que fizessem uma campanha de Free Hugs? Só se fosse com a patareca. 

- Knock Knock!
- Who's there?
- Mr. Pistorius, Telepizza!
CABUM!

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Provadores de roupa

Eu não gosto de ir às compras. E quando as compras implicam a aquisição de roupa para este corpinho escultural, pior um pouco. Embora ir às compras sozinho não seja uma experiência tão cansativa quanto ir às compras com uma gaja, a verdade é que prefiro ter uma dor de dentes, do que ter de sair de casa para ir comprar calças. Mais do que o trauma de ter de me despir cada vez que quero experimentar uma peça de roupa numa loja, tenho trauma com os provadores. Quem desenha grande parte dos provadores das lojas de roupa, devia levar com um pano encharcado em merda na cara. Primeiro, porque partem do princípio que as pessoas que ali vão entrar têm em média 1,25m de altura. Para uma bestinha como eu, de 1.84m, tentar despir uma camisola num provador, é coisa para ter o mesmo aparato de meterem uma gorila com o cio dentro de uma casa do Portugal dos Pequenitos. 
Mas como se este desafio não fosse por si só suficiente, ainda existem aqueles provadores em que um gajo, além de não ter sítio para pendurar a roupa, também não tem sítio para se sentar. No fundo é como estar na solitária, mas sem sequer ter uma bacia para fazer as necessidades. Caros senhores: eu já não atiro roupa para o chão desde que me deixei de "dar" com as estudantes de Erasmus na Faculdade, pelo que não estou disposto a abdicar das minhas boas maneiras só por causa de um casaco de malha da Salsa, vale?